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A temperatura a que é servido o vinho tem um papel preponderante nas suas qualidades organolépticas e é crucial para assegurar que as melhores qualidades desse vinho venham ao de cima. Por exemplo, a 18ºC (a temperatura máxima a que um vinho deve ser servido) o aroma ou bouquet está no seu auge, mas se for submetido a uma temperatura inferior a 8ºC, essas mesmas características são praticamente anuladas.
É certo que existe uma temperatura aconselhável para beber um vinho, mas também cada pessoa tem o seu gosto. Lembre-se, contudo, de algumas dicas:
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A ceia de natal brasileira incorporou várias receitas internacionais como a rabanada e o bolinho de bacalhau, que chegaram ao país com a colonização portuguesa. Mas além dos deliciosos pratos tradicionais de Natal, também pode agradar seus convidados com bebidas saborosas e refrescantes. Neste contexto, a sangria tradional espanhola será um sucesso garatido entre os convivas, proporcionado saborosos momentos refrescantes em regiões com Natal mais quente.
A sangria é uma bebida de origem plebeia, parente muito afastada e em linha travessa dos coquetéis mais reputados e cosmopolitas e, por tudo isso, não consta do reputado acervo dos consquetéis. Pode-se atribuir a origem da sangria ao Sul da Península Ibérica, especialmente à Região da Andaluzia, onde os andaluzes mais velhos conhecem a sangria das tascas e associam-na, quase sempre, às artes da tourada: Sangre del Toro (Sangue do Touro).
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A rosca de Natal é uma boa opção para um doce de Natal, especialmente para quem não gosta de doces de Natal com fruta cristalizada. Além disso, é bastante fácil de fazer e bastante económica.

Ingredientes
1 lata de leite condensado
1 medida de água
1/2 medida de óleo
4 ovos inteiros
1 gema 100 gr de fermento em tablete
1 kg de farinha de trigo
Preparação
Bata no liquidificador o leite condensado com a água, o óleo, os ovos e o fermento. Despeje numa tigela e junte aos poucos a farinha de trigo. Amasse até obter uma massa homogénea.
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O panetone é um alimento tradicional da época de Natal de origem milanesa, do norte da Itália. Supostamente, as origens deste bolo remontam ao Império Romano, quando os Romanos adoçavam um tipo de pão fermentado com mel. Desde o princípio do século passado que o panettone começou a ser produzido em Milão em grande escala para ser vendido no resto da Itália, tornando-se o doce de Natal oficial no país.
O panettone chegou à América Latina através dos emigrantes italianos que vieram para a Argentina e o Brasil e trouxeram a sua paixão por esta iguaria. O panettone deve ser apreciado com chocolate quenet ou com licor.
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